Todos os setores da economia de Itapetininga ampliaram a oferta de empregos com carteira assinada, em setembro, com saldo positivo de 296 novos postos de trabalho. Os setores da Indústria, Serviços, Comércio, Agropecuária e Construção Civil demonstraram força e puxaram o ingresso de trabalhadores na formalidade. Quem garante isso é Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), calculado pelo Ministério da Economia nesta semana.
A variação em relação a agosto, Itapetininga supera o Estado de São Paulo e o Brasil. O município anotou um crescimento de 0,83%, portanto ficou acima do país que assinalou 0,76% e do território paulista que marcou 0,66%. “É uma melhoria que reflete diretamente na qualidade de vida de todos e da própria cidade”, afirmou a prefeita Simone Marquetto.
De acordo com a chefe do Executivo, são novos investimentos chegando em Itapetininga o que garante novos empregos e mais negócios formais na cidade. O setor de Serviços foi o que mais criou novos empregos com 800 postos, seguidos pela Indústria (617), Comércio (519) e Agropecuária (323), já a Construção Civil se manteve estável.
Dos nove meses do ano, 8 foram positivos. Em 2021, os profissionais mais contratados no município, conforme o Caged, foram: operários da produção de bens industriais (144), vendedores de comércio (59), pessoal de serviços administrativos (27), funcionários de fábricas de alimentação (21), profissionais da área de ciências e artes (17), entre outros setores da economia.
Brasil
O Brasil gerou 313.902 postos de trabalho em setembro deste ano, resultado de 1.780.161 admissões e de 1.466.259 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado de 2021, o saldo positivo é de 2.512.937 novos trabalhadores no mercado formal. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 41.875.905, em setembro, o que representa uma variação de 0,76% em relação ao mês anterior.








